Os mortos são vivos em preservação!

Ora bem vamos lá esmiuçar este belo verso de uma música dos Diabo na Cruz, mas noutro contexto que não é, de maneira nenhuma, o da canção.

Tenho alguns esqueletos no armário, muitos deles não estão realmente mortos, ou seja, não estão definitivamente esquecidos. Apenas finjo que estão, para não ter mais uma vez aquela lágrima no canto do olho que tanto me chateia quando tento dormir. Outras vezes finjo que estão mortos para não me chatear com ninguém, tenho o hábito de atirar (quase) tudo para trás das costas, principalmente se gostar mesmo da pessoa, seja amigo/a ou lá o que for, mas sinceramente não sei se isso faz de mim uma melhor pessoa, ou um alvo fácil. Não perdoo facilmente, mas desculpar, desculpo sempre, aceito as desculpas quando mas pedem mesmo que ainda fique a remoer no assunto durante muito mais tempo. Isso faz com que algumas pessoas pensem que me podem fazer 30 por uma linha e continuar na boa! Mas isso não é bem assim, porque quando é para me saltar a tampa, salta a sério e consigo ser horrível.

Voltando a esmiuçar a frase, pode ser entendida de duas formas:
Os assuntos estão vivos, mas finjo de mortos para os guardar até ser a altura certa de os deitar cá para fora.
Ou
Finjo que estão mortos para preservar algo que quero que continue vivo.

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